É como a Nintendo. Ou como a Nokia. Quando confio numa empresa, fodeu. Eu poderia muito bem ter optado pela Sony, visto que a minha última Canon me deixou na mão com dois anos de uso. Mas não! Por teimosia (ou seja lá qual for o verdadeiro motivo) não o fiz. Comprei a Canon S2 IS. Uma grande máquina, mas com seus defeitos. Ainda não sei qual das duas é melhor; qual das duas deveria ter comprado. Mas é certo que o histórico que tenho com a Canon indicava que a S2 IS não seria a melhor escolha. Comprei mesmo assim. É como a Nintendo. Ou Nokia.
A Nokia ainda ainda não me traiu, mas sinto que está a um passo de fazê-lo (ontem apareceu uma mancha roxa semi-líquida que parece estar se alastrando pela tela do meu celular). A Nintendo nunca me traiu, mas foi envelhecendo e tornando-se pouco interessante, numa vaidade moral que relega a vaidade estética... Como esposas que se deixam enfeiar com o passar dos anos. Ah, Nintendo...
Estou em aula. A matéria é Vídeo. É boa.
...
Taí um adjetivo que muitos dizem bobo (olha só outro ajetivo bobo: "bobo"). Eu até compreendo. Adjetivos são palavras que servem para qualificar coisas nuas. "Bom" é um dos três adjetivos-mães: "bom", "médio" e "ruim". Esses três adjetivos são igualmente bobos e bastante vagos, pois são os pilares dos outros adjetivos. São como o início de uma tabela de campeonato. Destes adjetivos-mãe derivam os adjetivos filhos, netos e bisnetos. Visto isso, "zeloso" está entre um dos adjetivos mais complexos. Daqueles que são tão misturados numa surubada entre os adjetivos-mãe, filhos, netos, bisnetos e tataranetos que não dá pra saber direito de onde vem. Viva o adjetivo "zeloso".
quinta-feira, 15 de setembro de 2005
Fidelidade corporativa.
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1 comentários:
Caralho, que massa. Conheço várias pessoas esponáceas.
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