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quarta-feira, 19 de março de 2008

Mos Aracaju: Hino Comentado.

"Corredor da Folia."

Hino de Aracaju
Letra e música: José Gentil Leite

Eis que raia uma nova aurora
No horizonte do céu cor de anil
(Trecho retirado do guia "Como fazer um hino em 10 fáceis lições".)
Refulgindo na nobre colina
(Refulgir? Quem diabos usa esse verbo na vida real?)
E nas margens tranqüilas do rio
(Tranqüilas até demais.)

Contemplando a beleza infante
Da princesa que então concebeu
O destino bradou nesse instante:
“Abençôo o dia em que nasceu”
(*bocejo*)

Bate forte no peito a esperança
(Isso temos que ter mesmo.)
A alegria de uma criança
(Forçou a barra aqui pra rimar, hein...)
Nesta data querida cantamos
Aracaju, cento e cinqüenta anos!
(O hino foi feito ontem e já tá desatualizado.)

Presidente Inácio Barbosa
(Esse não era o Chacrinha?)
Foi feliz em seu ato cabal:
De Sergipe Del Rei elevando
A capital um pequeno arraial
(Hum, isso explica muita coisa!)

Contratando Basílio Pirro
Engenheiro que então planejou
(Pedreiro... pedreiro...)
Projetando a iminente cidade
Pra um futuro de glória e esplendor
(Parece Aragorn discursando no final do "Retorno do Rei".)

Cajueiro dos Papagaios
É o seu nome que vem do Tupi
(Jure...)
Tu és bela, Cidade Menina
Tuas praias tão lindas, sem fim!
("Sem fim" eu concordo, não afundam nunca... mas lindas?)

Teus recantos de rara beleza
(Frase retirada do guia "Como fazer um hino em 10 fáceis lições".)
São encantos pra quem vem aqui
Deslumbrante morena praieira
(Praieira? Tô achando que foi Jammil quem fez esse hino.)
Nós morremos de amor só por ti
(Exagero do carai.)

Se alguém achar a .mp3 desse hino, por favor, me avise!

Mais pra frente: hino do Rio de Janeiro comentado.

terça-feira, 18 de março de 2008

Mos Paulo Afonso: Hino comentado.

"Copa Vela."

Sempre, sempre, sempre vi Paulo Afonso como meu Tatooine. Reconheço, porém que trata-se de uma analogia pouco acurada. Se pensar melhor logo verei que fica melhor entender Tatooine como a versão de George Lucas do Terceiro Mundo, enquanto Paulo Afonso seria minha Mos Eisley e Aracaju minha Mos Espa.

Faz tempo que não vou para Paulo Afonso e às vezes fico morrendo de vontade de dar um pulo lá pra ver como andam as coisas: a velha rua onde eu morava, o bar da pracinha onde meu pai bebia cerveja, a minha velha casa, o horrível quintal onde o gato da vizinha comeu meu pintinho de estimação. E com o passar dos anos sinto que minha Mos Eisley fica cada vez mais distante. Fico imaginando se Luke visitou Tatooine entre os Episódios V e VI unicamente com o intuito de salvar Han das garras de Jabba, ou se no fundo havia nele um desejo secreto de revisitar a fazenda onde passou a infância...

Acho engraçado o gentílico de Paulo Afonso ser pauloafonsino. Mas andei lendo um bocado sobre a cidade e o que mais me interessou foi o hino. Abaixo, o hino comentado (em vermelho), clique play para ouvir:





Hino de Paulo Afonso
"Paulo Afonso, Cidade de Infinita Beleza"
Letra e música: Oscar Silva / Vilma Silva

Guerreiros que enfrentam a batalha
(Que batalha?)
firmando os pés na terra da magia
(Ah, a batalha de Mordor...)
no rosto o suor, são homens combatentes
("Suor"... concordo.)
que têm nas mãos a força da energia
(De fato, tem a usina lá.)

E erguem a bandeira da coragem
(Pô, todo hino tem isso.)
Com armas empunhadas noite e dia
(Isso é verdade.)
Valentes em ação é um só coração
(Tá.)
Simbolizando a nossa harmonia
(Arma simbolizando harmonia? Hum...)

Nem mesmo a luz do sol
E o pulso deste rio
Conseguiram impedir
Este grande desafio
(O último a desafiar Deus foi o capitão do Titanic...)

Paulo Afonso, Paulo Afonso,
Cidade de infinita beleza
(Bonita é, mas infinita é foda...)
Paulo Afonso, Paulo Afonso,
Criada pela própria natureza
(Jure...)
Paulo Afonso, Paulo Afonso,
Lugar de encantos mil
(Todo hino tem isso, é pra rimar com "Brasil".)
És a capital da energia
Riqueza do nosso Brasil
(Não disse...)

O rio São Francisco é tua origem
Nascendo lá na serra da Canastra
(Canastrão, hein?)
E sobre o solo vem, formando cachoeiras
Iluminando o céu da nossa pátria.
(Cachoeira iluminando o céu?)

Tu és o braço forte que sustenta
(Frase retirada do guia "Como fazer um hino em 10 fáceis lições".)
A fonte inesgotável que não pára
(Mais uma referência à hidrelétrica.)
O brilho da manhã, rasgando
Ao meio o véu
O mundo já conhece a sua glória.
(Exagero.)

Nem mesmo a luz do sol
E o pulso deste rio
Conseguiram impedir
Este grande desafio
(Lembra o que aconteceu com o Titanic, né?)

Em seguida: Mos Aracaju e o seu hino comentado...

sexta-feira, 7 de março de 2008

Minha heroína.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Muito mais que uma pequena bailarina. Muito.


Eu me lembro da primeira vez que a vi dançar. Juro. Ela era a menor de todas e passeava de um lado para o outro no palco num movimento ordenado. Apesar de ser, desde pequena, uma exímia dançarina, não era exatamente sua habilidade de se expressar através da dança que me chamava a atenção, mas sim o fato de estar vendo uma pessoa tão pesada flutuando como uma pluma. E, pra deixar claro, não me refiro a um peso físico (afinal, na época ela não pesava mais que 20 quilos). Refiro-me a um peso de outra ordem. Paulinha nunca foi leve. Ela está mais para o quilo de chumbo que para o quilo de algodão.

Paulinha carrega em si uma gravidade própria. Seu olhar, seu falar e até seu sorriso é dotado de um pesar. Com todo o orgulho de um irmão admirador, sempre que a olho fico imaginando quantas vidas, quantas informações e quantos sentimentos complexos convivem naquele espaço (e como é possível tal convivência). Admiro-a com toda a força pela inteligência aguçada, pela espirituosidade e por todo conteúdo que - não sei como - carrega consigo.

Disso, afirmo: é um contraste vê-la no palco. Um contraste delicioso, curioso, necessário. E é por isso que é tão terrível não estar, pela primeira vez, presente na sua apresentação anual. Não vou ficar aqui dizendo que estarei lá de coração - o que é verdade, mas também é barato. Quero só deixar claro que é foda pra caralho não poder vê-la bailar no seu peso esquivo. Não poder fazer-lhe fotos. Não poder abraçar-lhe e dizer você estava ótima, parabéns baixinha.

Você faz uma falta sem tamanho. E quando estou aí diverte-me o coração a sua falta de jeito na hora de dizer que também sente a minha falta. Te amo, pequena. Muito.

Pra ti:

domingo, 18 de novembro de 2007

Sempre importou.

"Não importa"

Não importa o que
eu sinto.
O que eu sinto
é como se tudo
fosse a última vez;
A paisagem, a cidade,
um beijo, o amor...
tudo.
Tudo tem jeito de
adeus.
Não importa o que eu
sinto.

- Daniel Rêgo Barros Júnior, 08.11.1980 [veja+]

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Minha tia mais nova em doses cavalares.

Passar 6 dias seguidos acompanhado de Márcia Borracha (a única das minhas tias a ser mais nova que eu) numa cidade que lhe seja estranha é, sem dúvida, uma experiência cheia de surpresas. Se até ontem muito respeito e carinho era o que eu nutria por essa personagem da minha história, hoje esses sentimentos são acompanhados por uma profunda admiração pela sua autenticidade. E, na moral, que autenticidade!

Márcia não é uma pessoa homeopática, quando ela marca presença é através da intensidade de doses cavalares. Doses estas que espero rever sem muita demora, apesar da injusta distância geográfica.

Afinal, por mim amanhã mesmo voltaríamos ao Bar da Ladeira, porque a Lapa é do caralho! Por mim tomaríamos um novo gole de Sagatiba e suas propriedades mágicas. E, com fé em São Nunca, conheceríamos Angra dos Reis tendo como guia um experiente e bem sucedido garçom. E que os detalhes (que, na verdade, são tudo menos detalhes, mas preciosidades) não se percam em memórias, mas permaneçam vivos em nossos corpos e almas até uma próxima chance.

Tudo deveria se tornar o mais simples possível,
mas
não simplificado.
- Einstein

domingo, 14 de outubro de 2007

Vacas, burritos, Giba, etc.

Pixilim, Deraldo e Aline passaram o feriado aqui no Rio. E por estar muito agradecido por esses últimos dias, dedico esse post aos três. Muito obrigado pela diversão! Se não fosse por essa vinda de vocês eu nunca teria percebido que a vaca é um símbolo do Rio, nunca teria provado o sabor do verdadeiro burrito e nunca teria conhecido o grande Giba pessoalmente!

Outras coisas importantes que aprendi essa semana:

  • O Cristo Redentor fica na Barra da Tijuca.
  • Giba é "fofinho" e tem uma boa lábia.
  • Burritos levam abacate.
  • Pra baixo todo santo ajuda, até São Nunca.
  • Gatos miam estranho quando estão com fome.
  • Peidar desgasta o relacionamento.
  • Não devemos nos deixar enganar pelas fachadas das casas noturnas.
  • A Dança do Siri é bastante versátil e pode ser adaptada a outros estilos como arrocha, funk e axé.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Feliz dia do nascimento.

Kelminha, parabéns. De novo.

domingo, 13 de maio de 2007

Heroína.

Ningu��m, absolutamente ningu��m, vive a vida sem um modelo do qual extra��mos as formas primitivas dos nossos sonhos e da nossa moral. Lembro de ainda pequeno sentar na cama pra ouvir minha m��e falar do seu passado. Aquelas narrativas recheadas de reviravoltas, perseveran��a, derrotas e vit��rias me enchiam de orgulho e, ao mesmo tempo, exercitavam a minha imagina����o, que ficava compondo mentalmente tudo o que me era contado. Como numa epop��ia grega, eu destrinchava aquelas hist��rias em estruturas pr��prias de uma narrativa ��pica, visualizando-as como um filme. Embora eu nunca tenha ido pra Bras��lia, conseguia descrever exatamente a rua da casa roubada onde morou minha m��e ainda beb��. Conseguia tamb��m descrever o rosto companheiro da pequena M��rcia, sua vizinha no Tatuap��, durante a inf��ncia em S��o Paulo. Conseguia tranq��ilamente visualizar a decora����o da festa, onde tocava Os Pholhas, em que minha m��e conheceu meu pai (bastante t��mido na ocasi��o). Conseguia imaginar detalhadamente tamb��m os momentos negros. Os vil��es. Os amigos. A vit��ria.

Na verdade "orgulho" �� muito pouco para descrever o que eu sinto pela hero��na daquelas hist��rias. Seria um eufemismo, at��.

Os anos foram passando e eu me dei conta que a hist��ria que antes era apenas narrada finalmente me alcan��ou. Eu comecei a fazer parte daquele ��pico fant��stico que me fazia passar horas imaginando cenas das quais eu nunca fiz parte... e agora j�� era poss��vel acompanhar em tempo real o caminhar da hist��ria e os feitos her��icos da sua personagem principal. Os pesares. As batalhas. As vit��rias.

Posso dizer sem um pingo de d��vida que me sinto um ser humano completo simplesmente porque sei que sou um dos personagens de uma narrativa de vida que at�� agora s�� me rendeu bons frutos e que certamente continuar�� me ensinando como viver durante muitos e muitos anos. �� uma grande honra n��o ter como modelo de vida um super-her��i qualquer ou alguma celebridade barata, mas a maior hero��na que Deus poderia ter colocado do meu lado: minha m��e.

sábado, 28 de abril de 2007

Guarnição à francesa.

Ingredientes:
150 g de presunto magro cortado em tirinhas
1 lata de ervilha
1/2 cebola cortada em rodelas finas
Azeite
2 pacotes de batata palha
Sal a gosto
1 Kelminha

Modo de preparo:
1. Em uma frigideira funda, coloque azeite;
2. Acrescente o presunto;
3. Mexa constantemente para que n��o grude;
4. Acrescente a batata palha e por ��ltimo a ervilha;
5. Abafe com uma tampa para que a batata amole��a um pouco;
6. Coloque muito sal (para os Brunos gostarem);
7. Sente-se na mesa com a Kelminha e divirta-se!

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Meu pai. Meu fantástico pai.

Meu pai estará eternamente no meu coração e no coração de todos que tiveram a oportunidade de conhecer a pessoas fantástica e brincalhona que ele era. Onde havia lágrima, meu pai, com um par de piadas bobocas e seu largo sorriso, conseguia fazer brotar felicidade. O mundo vai lembrar da sua inteligência e sagacidade; do seu humor afiado e boboca ao mesmo tempo; do seu sorriso maroto; das suas bermudas velhinhas e surradas que ele nunca queria que lavasse; da sua barrigõna de grávido; do seu abraço forte de doer; das suas bochehas; do seu cabelo branco e queimado; dos seus dedos sujos de tanto cigarro; das suas sandálias velhíssimas; das suas unhas mal cortadas; dos seus belíssimos ternos; do seu cheiro gostoso de papai; das suas eternas fitinhas de Senhor do Bomfim; das suas sonecas à tarde; dos seus blogs duradouros; do seu querido profile no Orkut; das suas comunidades; do seu amor pela Bahia; de quando ele te pegava pequenininho e ficava cheirando seu pé e dizendo que você está com chulé; dos seus discos do Roberto; do seu amor por Sandra Bullock; do quanto ele gostava do Pânico; do quanto ele ficava feliz quando seu filho assistia o Teste de Fidelidade com ele; das suas dúvidas em Inglês; dos seus presentes tão bem dados; do seu bigodinho falho quando deixava a barba crescer; das pernas finas; da sua voz retumbante; de quando ele dizia que Star Wars era filme pra criança, mas na verdade ele não gostava de cinema porque tinha que passar 2h sem fumar; dos cinzeiros espalhados pela casa; do cuidado que ele tinha com seu carro, tanto que nunca o usava; da sua preocupação em ter seus direitos respeitados; dos seus olhinhos apertados; da sua boca num formato estranho quando ele tava assistindo TV; da molhadeira que ele fazia no banheiro quando tomava banho; de quando reclamava porque o açúcar não estava na mesa; da forma como ele perguntava “cadê a sua mãe?” sempre que chegava em casa; das madrugadas em claro; dos chopes; de quando ele dizia “Te amo, pai”; do seu brochinho da OAB; das suas diárias citações de Falcão; de como ele chamava Paulinha de “Pinha”; de como ele se orgulhava das coisas mais bobas do mundo; de como ele cuidava do seu PC tão velhinho; de como ele brigava quando alguém esquecia a chave e ele tinha que abrir a porta; de tanta coisa que não dá pra lembrar direito agora... do seu carinho; do seu amor.

terça-feira, 4 de outubro de 2005

Heróis: Ariadne & Teseu.

Ser herói assusta. A aventura por vir espreita-me todas as noites. Chego a sentir pavor. Por outro lado, trata-se de um medo menor que aquele que sinto quando me olho no espelho e não vejo o herói que penso ser; o garoto à espera do Chamado. Prefiro, aflito, entender que ainda vivo em Tatooine, no Condado, na Rua dos Alfeneiros. Prefiro acreditar, embora mergulhado em dúvidas, que serei iluminado por Obi-wan, Gandalf, Dumbledore. Duvido que a vida se feche por aqui. Ser herói de esquina seria dose. Como Luke e seu Pai, Frodo e Sauron, Harry e Voldemort, quero ter a chance de enfrentar meu Minotauro no final do labirinto. E, invariavelmente, como me promete os mitos, vencer.

Estava lendo pela octogésima vez o capítulo introdutório de “O Herói de Mil Faces” de Joseph Campbell. Senti, como nas sete ultimas vezes, aquela sensação de estar inserido num todo; De que ainda me é possível, mesmo beirando um quarto de século de idade, ser um bobo, mas satisfeito, vencedor.

Que diabos estás falando?, você poderia, tranqüilamente, questionar. Não sabes que estamos todos fadados à derrota? Ou já ouvistes falar de alguém que escapou da Morte? Então, pacientemente, reflito e respondo: Deixando Lázaro e Cristo de lado, não posso deixar de concordar que realmente não é habitual ouvir notícias sobre ressurreições. A Morte é, de fato, o ponto final. No entanto não a vejo como engolidora de vitórias; como motivo para não se buscar vencer. A Morte pode ser um game over frustrante, onde se perdeu muito tempo nas primeiras e ordinárias fases de um jogo; mas pode ser também o fim deste jogo, onde todas as fases foram competentemente visitadas, destrinchadas e superadas. E, até que provem o contrário, eu sou do tipo que gosta de zerar aquilo que jogo, ou, no mínimo, chegar muito próximo do final.

Em “O Herói de Mil Faces” Campbell, explanando sobre a presença da mitologia nos sonhos, sabiamente afirma que o sonho é o mito personalizado; o mito, por sua vez, é o sonho generalizado. Então, refletindo nesse entendimento, questiono: Se o mito está em nós e nós estamos no mito, qual o elemento que define quem são os heróis e quem não são? Qual o fator determinante? O fator está em nós ou está no ar; no etéreo?

Tenho certeza que Joseph Campbell sentia-se exatamente como me sinto quando, narrando sobre a história de Teseu e Ariadne (o herói que matou o Minotauro e sua noiva que o ajudou a superar o labirinto), se questionou:

“Apenas àqueles que não conhecem nem um chamado interno, nem uma doutrina externa, cabe verdadeiramente um destino desesperador; falo da maioria de nós, hoje, nesse labirinto fora e dentro do coração. Ai de nós! Onde está a guia, essa afetuosa virgem, Ariadne, para nos fornecer o Minotauro e, depois, os meios para encontrarmos nosso caminho para a liberdade, quando o mostro tiver sido encontrado e morto?”

Mais tarde, Campbell me enche de esperança:

“Temos apenas que seguir o fio da trilha do herói. E ali onde pensávamos encontrar uma abominação, encontraremos uma divindade; onde pensávamos matar alguém, mataremos a nós mesmos; onde pensávamos viajar para o exterior, atingiremos o centro da nossa própria existência; e onde pensávamos em estar sozinhos, estaremos com o mundo inteiro”.


Ariadne & Teseu